O ensaio visual representa a presença de intelectuais, pensadore/as, poetas e outra/os produtore/as de cultura da Améfrica Ladina. Tais sujeitos são acionados a partir da experiência coletiva de produção de imagens advindas da experiência docente na universidade pública. A produção de imagem artesanal fez parte dos métodos de ensino, se tornou uma possibilidade criativa de represenação da contribuição intelectual amefricana na forma de leitura do mundo. Este ensaio é composto de dez imagens impressas em folhas de plantas, por meio da técnica de fitotipia, e resulta da reflexão sobre o tema do racismo e da luta antiracista.
Antropóloga, multi-artista e viajante. Doutora em Antropologia Social pela UFRN (2018-2022). Mestra em Antropologia Social pela UFPA (2015-2017). realizou pesquisa com as mulheres Marujas de Bragança e mulheres viajantes latinoamericanas. Atuou como professora na Faculdade de Ciências da Saúde da UFRN(2022-2024). A produção intelectual transita no diálogo entre arte e antropologia: antropologia visual, feminista, da saúde, feminismos latinoamericanos, relações étnico-raciais, amazonidades, fronteiras, deslocamentos, viagens, gênero. A atuação no campo das artes, na produção de imagens analógicas e digitais no âmbito da fotografia, audiovisual, resultou na publicação de ensaios visuais em revistas acadêmicas e na participação de exposições: Mostras visuais do NAVIS/UFRN (2021;2022), Mostra Arandu AVAEDOC/UFPB (2022) e Mostra do Prêmio Pierre Verger - CAV/ABA (2024). É pesquisadora convidada no projeto “Mulheridades, cultura e cuidado” (UFRN-Ministério das Mulheres), pesquisadora no projeto audiovisual “Amazônidas” da Muruci Produções e no Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual AVAEDOC/UFPB.